"Sentir primeiro, pensar depois
Perdoar primeiro, julgar depois
Amar primeiro, educar
primeiro, aprender depois
Libertar primeiro, ensinar depois
Alimentar primeiro, cantar depois
Possuir primeiro, contemplar depois
Agir primeiro, julgar depois
Navegar primeiro, aportar depois
Viver primeiro, morrer depois."
(Mario Quintana)
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Antes de Eu Pedir, Ele Sabe
por Pr. Olavo Feijó
Mateus 6:8 - Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.
No meio de suas instruções sobre oração, Jesus faz a seguinte afirmação poderosa: "Porque o vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes" (Mateus 6:8).
Se o Senhor conhece nossas necessidades, antes até de nós lhe endereçarmos nossos pedidos, não há o perigo de perguntar: "então, porque pedir?"
Aparentemente, esta pergunta não preocupou o Mestre. Logo em seguida, a partir do verso 9, Ele nos ensinou a Oração Dominical, conhecida como Pai Nosso onde, aliás, existem pedidos.
Neste contexto, qual é a utilidade de pedir, se o Senhor a quem pedimos já sabe, de antemão, aquilo de que necessitamos? Dentre algumas possíveis utilidades, talvez valha a pena salientar uma: o Senhor sabe daquilo que verdadeiramente precisamos - e nós, será que sempre conhecemos, de fato, nossas necessidades reais? A experiência diz que não! Nosso conhecimento de nós mesmos é muito superficial e parcial. Não raro, pedimos infantilidades. Por isso, é tremendamente importante ter a certeza de que o Senhor, ao ouvir nossos pedidos imaturos, ainda que sinceros, responda nossas petições de acordo com a visão sábia e paternal que Ele tem de nós. Que bom. Antes de eu pedir, Ele sabe.
Mateus 6:8 - Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.
No meio de suas instruções sobre oração, Jesus faz a seguinte afirmação poderosa: "Porque o vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes" (Mateus 6:8).
Se o Senhor conhece nossas necessidades, antes até de nós lhe endereçarmos nossos pedidos, não há o perigo de perguntar: "então, porque pedir?"
Aparentemente, esta pergunta não preocupou o Mestre. Logo em seguida, a partir do verso 9, Ele nos ensinou a Oração Dominical, conhecida como Pai Nosso onde, aliás, existem pedidos.
Neste contexto, qual é a utilidade de pedir, se o Senhor a quem pedimos já sabe, de antemão, aquilo de que necessitamos? Dentre algumas possíveis utilidades, talvez valha a pena salientar uma: o Senhor sabe daquilo que verdadeiramente precisamos - e nós, será que sempre conhecemos, de fato, nossas necessidades reais? A experiência diz que não! Nosso conhecimento de nós mesmos é muito superficial e parcial. Não raro, pedimos infantilidades. Por isso, é tremendamente importante ter a certeza de que o Senhor, ao ouvir nossos pedidos imaturos, ainda que sinceros, responda nossas petições de acordo com a visão sábia e paternal que Ele tem de nós. Que bom. Antes de eu pedir, Ele sabe.
Antes de Eu Pedir, Ele Sabe
por Pr. Olavo Feijó
Mateus 6:8 - Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.
No meio de suas instruções sobre oração, Jesus faz a seguinte afirmação poderosa: "Porque o vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes" (Mateus 6:8).
Se o Senhor conhece nossas necessidades, antes até de nós lhe endereçarmos nossos pedidos, não há o perigo de perguntar: "então, porque pedir?"
Aparentemente, esta pergunta não preocupou o Mestre. Logo em seguida, a partir do verso 9, Ele nos ensinou a Oração Dominical, conhecida como Pai Nosso onde, aliás, existem pedidos.
Neste contexto, qual é a utilidade de pedir, se o Senhor a quem pedimos já sabe, de antemão, aquilo de que necessitamos? Dentre algumas possíveis utilidades, talvez valha a pena salientar uma: o Senhor sabe daquilo que verdadeiramente precisamos - e nós, será que sempre conhecemos, de fato, nossas necessidades reais? A experiência diz que não! Nosso conhecimento de nós mesmos é muito superficial e parcial. Não raro, pedimos infantilidades. Por isso, é tremendamente importante ter a certeza de que o Senhor, ao ouvir nossos pedidos imaturos, ainda que sinceros, responda nossas petições de acordo com a visão sábia e paternal que Ele tem de nós. Que bom. Antes de eu pedir, Ele sabe.
Mateus 6:8 - Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.
No meio de suas instruções sobre oração, Jesus faz a seguinte afirmação poderosa: "Porque o vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes" (Mateus 6:8).
Se o Senhor conhece nossas necessidades, antes até de nós lhe endereçarmos nossos pedidos, não há o perigo de perguntar: "então, porque pedir?"
Aparentemente, esta pergunta não preocupou o Mestre. Logo em seguida, a partir do verso 9, Ele nos ensinou a Oração Dominical, conhecida como Pai Nosso onde, aliás, existem pedidos.
Neste contexto, qual é a utilidade de pedir, se o Senhor a quem pedimos já sabe, de antemão, aquilo de que necessitamos? Dentre algumas possíveis utilidades, talvez valha a pena salientar uma: o Senhor sabe daquilo que verdadeiramente precisamos - e nós, será que sempre conhecemos, de fato, nossas necessidades reais? A experiência diz que não! Nosso conhecimento de nós mesmos é muito superficial e parcial. Não raro, pedimos infantilidades. Por isso, é tremendamente importante ter a certeza de que o Senhor, ao ouvir nossos pedidos imaturos, ainda que sinceros, responda nossas petições de acordo com a visão sábia e paternal que Ele tem de nós. Que bom. Antes de eu pedir, Ele sabe.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Há Só Um Juiz
por Pr. Olavo Feijó
Tiago 4:12 - Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?
Por que não temos o direito de julgar os outros? De acordo com Tiago, a razão é a seguinte: "Há um só Legislador e um Juiz que pode salvar e destruir. Tu, porém, que és, que julgas a outrem?" (Tiago 4:12).
Um dos mandamentos menos comprido de Jesus é o "não julgueis". Segundo alguns analistas, a maledicência constitui uma das práticas negativas mais comuns, dentro de nossas igrejas. Julgamos a torto e a direito. Julgamos mal e transmitimos nosso mau julgamento para os quatro ventos. Via internet.
Julgar é usurpar de Deus um direito que é só Dele. É um crime contra a divindade. Pelo contrário, aceitar o julgamento do Senhor é um dos caminhos mais eficientes de crescer espiritualmente. Porque, como diz Tiago, o julgamento feito pelo Senhor "pode salvar". O modo pelo qual o Senhor nos julga é amoroso e recuperador. Deixemos, então, com Ele o fardo pesado que é julgar. Há só um juiz.
Tiago 4:12 - Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?
Por que não temos o direito de julgar os outros? De acordo com Tiago, a razão é a seguinte: "Há um só Legislador e um Juiz que pode salvar e destruir. Tu, porém, que és, que julgas a outrem?" (Tiago 4:12).
Um dos mandamentos menos comprido de Jesus é o "não julgueis". Segundo alguns analistas, a maledicência constitui uma das práticas negativas mais comuns, dentro de nossas igrejas. Julgamos a torto e a direito. Julgamos mal e transmitimos nosso mau julgamento para os quatro ventos. Via internet.
Julgar é usurpar de Deus um direito que é só Dele. É um crime contra a divindade. Pelo contrário, aceitar o julgamento do Senhor é um dos caminhos mais eficientes de crescer espiritualmente. Porque, como diz Tiago, o julgamento feito pelo Senhor "pode salvar". O modo pelo qual o Senhor nos julga é amoroso e recuperador. Deixemos, então, com Ele o fardo pesado que é julgar. Há só um juiz.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Eu Era Cego
por Pr. Olavo Feijó
João 9:25 - Respondeu ele pois, e disse: Se é pecador, não sei; uma coisa sei, é que, havendo eu sido cego, agora vejo.
Relacionamentos entre cristãos podem resvalar para o "zelo amargo de doutrina". Diferenças de interpretação bíblica, quando discutidas com muita paixão, geralmente produzem desconforto, zelo excessivo, emoções descontroladas.
Porque agora podem ver algo, muitos crentes têm a tendência de se esquecer de que antes, eram cegos. Pior ainda, esquecem-se do Cristo, que lhes deu a visão.
O objetivo dos relacionamentos cristãos é discutir teologias e interpretações: o objetivo é dar testemunho do amor de Cristo e das transformações que vivemos por causa do Cristo.
Nós éramos cegos e agora vemos: que tal, diariamente, agradecer ao Senhor por esta bênção?
João 9:25 - Respondeu ele pois, e disse: Se é pecador, não sei; uma coisa sei, é que, havendo eu sido cego, agora vejo.
Relacionamentos entre cristãos podem resvalar para o "zelo amargo de doutrina". Diferenças de interpretação bíblica, quando discutidas com muita paixão, geralmente produzem desconforto, zelo excessivo, emoções descontroladas.
Porque agora podem ver algo, muitos crentes têm a tendência de se esquecer de que antes, eram cegos. Pior ainda, esquecem-se do Cristo, que lhes deu a visão.
O objetivo dos relacionamentos cristãos é discutir teologias e interpretações: o objetivo é dar testemunho do amor de Cristo e das transformações que vivemos por causa do Cristo.
Nós éramos cegos e agora vemos: que tal, diariamente, agradecer ao Senhor por esta bênção?
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