por Pastor Sérgio Fernandes
Provérbios 23:17 - O teu coração não inveje os pecadores; antes permanece no temor do SENHOR todo dia.
Qualquer cristão já enfrentou, em algum momento de sua vida, aquele período de questionamentos e dúvidas. E quando esse tempo chega, a frase mais comum é essa "porque o justo sofre e o ímpio fica impune?". Será que essa não é a sua situação hoje?
Quando a dúvida invade nosso coração, nossa visão que deveria estar em Cristo, se volta para a Terra. Trocamos a fé pela vista; a esperança pela realidade presente; o espiritual pelo material, e com isso, fracassamos em entender os propósitos de Deus. O pecador pode ser rico nesta vida, mas o que o aguarda na eternidade? O inferno, a condenação, o lago de fogo. E você, que buscou a Cristo e o reconheceu como Salvador, ainda que pobre nesta vida, será rico na vindoura. O que será melhor?
Busque a Jesus, e as riquezas do céu. Essas durarão por toda a eternidade!
Deus te abençoe!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
O Deus Accessível
por Pr. Olavo Feijó
Isaías 65:1 - Fui buscado dos que não perguntavam por mim, fui achado daqueles que não me buscavam; a uma nação que não se chamava do meu nome eu disse: Eis-me aqui. Eis-me aqui.
As religiões de origem humana se caracterizam pela atitude de viver em procura da divindade. A religião bíblica, de origem divina, se apresenta como um Deus em procura do ser humano. Eis como o Senhor se revela, pelo profeta Isaías: "Fiz-me accessível aos que não perguntam por mim" (Isaías 65:1).
Ainda hoje, igrejas que se dizem bíblicas, teimam em procurar um Deus à imagem e semelhança dos homens. Suas mensagens elaboram uma divindade que gosta de bons empregos, que se alegra com o carro do ano e que, acima de tudo, precisa de grandes ofertas em dinheiro. Esta pregação criou o deus do empreendedorismo, que somente é alcançado pelos que acreditam nas "boas novas" da auto-ajuda.
Ao contrário desta religiosidade empresarial, a Bíblia anuncia um Senhor misericordioso, que busca pessoas que nada entendem de teologia. Que "não perguntam por mim", mas que, no Seu interior sentiam um vazio, que religião nenhuma estava satisfazendo.
A esta necessidade, Paulo chamou de "deus desconhecido" e, em seguida, falou do Cristo crucificado e ressuscitado. Cristo, na forma de Jesus, faz Deus "accessível", que estende os braços para nos receber. Nossa fé em Cristo é a nossa resposta à iniciativa divina.
Isaías 65:1 - Fui buscado dos que não perguntavam por mim, fui achado daqueles que não me buscavam; a uma nação que não se chamava do meu nome eu disse: Eis-me aqui. Eis-me aqui.
As religiões de origem humana se caracterizam pela atitude de viver em procura da divindade. A religião bíblica, de origem divina, se apresenta como um Deus em procura do ser humano. Eis como o Senhor se revela, pelo profeta Isaías: "Fiz-me accessível aos que não perguntam por mim" (Isaías 65:1).
Ainda hoje, igrejas que se dizem bíblicas, teimam em procurar um Deus à imagem e semelhança dos homens. Suas mensagens elaboram uma divindade que gosta de bons empregos, que se alegra com o carro do ano e que, acima de tudo, precisa de grandes ofertas em dinheiro. Esta pregação criou o deus do empreendedorismo, que somente é alcançado pelos que acreditam nas "boas novas" da auto-ajuda.
Ao contrário desta religiosidade empresarial, a Bíblia anuncia um Senhor misericordioso, que busca pessoas que nada entendem de teologia. Que "não perguntam por mim", mas que, no Seu interior sentiam um vazio, que religião nenhuma estava satisfazendo.
A esta necessidade, Paulo chamou de "deus desconhecido" e, em seguida, falou do Cristo crucificado e ressuscitado. Cristo, na forma de Jesus, faz Deus "accessível", que estende os braços para nos receber. Nossa fé em Cristo é a nossa resposta à iniciativa divina.
Ministros de Deus
por Pr. Olavo Feijó
Isaías 61:6 - Porém vós sereis chamados sacerdotes do SENHOR, e vos chamarão ministros de nosso Deus; comereis a riqueza dos gentios, e na sua glória vos gloriareis.
O capítulo 61 do livro de Isaías é uma antevisão da obra do Messias. A respeito daqueles que aceitam Jesus como o Filho de Deus, o Senhor promete, através do Profeta: "Mas vocês serão chamados sacerdotes do Senhor, ministros do nosso Deus" (Isaías 61:6).
O padrão seguido pelos livros bíblicos de profecia denuncia, de início, a atitude humana de rejeição da graça divina - em seguida, anuncia a realidade do amor divino, que está sempre disponível para aqueles que aceitam a soberania do Senhor. Uma mensagem depende da outra. Ao falar de pecado, o objetivo da Bíblia é revelar aos homens "de boa vontade" que existe a alternativa da libertação das prisões do pecado.
É neste contexto que se encaixa a vocação missionária de todos os resgatados pelo poder amoroso do Cristo. Nos não fomos salvos, com o objetivo de nos garantir uma vida boa, longe da maldade do mundo. Nós fomos salvos para atuar como "ministros do nosso Deus". Ministros são representantes, são servos de reis e presidentes, para concretizar os desígnios dos seus soberanos. Não somos apadrinhados do Senhor: somos seus ministros, em um mundo necessitado.
Isaías 61:6 - Porém vós sereis chamados sacerdotes do SENHOR, e vos chamarão ministros de nosso Deus; comereis a riqueza dos gentios, e na sua glória vos gloriareis.
O capítulo 61 do livro de Isaías é uma antevisão da obra do Messias. A respeito daqueles que aceitam Jesus como o Filho de Deus, o Senhor promete, através do Profeta: "Mas vocês serão chamados sacerdotes do Senhor, ministros do nosso Deus" (Isaías 61:6).
O padrão seguido pelos livros bíblicos de profecia denuncia, de início, a atitude humana de rejeição da graça divina - em seguida, anuncia a realidade do amor divino, que está sempre disponível para aqueles que aceitam a soberania do Senhor. Uma mensagem depende da outra. Ao falar de pecado, o objetivo da Bíblia é revelar aos homens "de boa vontade" que existe a alternativa da libertação das prisões do pecado.
É neste contexto que se encaixa a vocação missionária de todos os resgatados pelo poder amoroso do Cristo. Nos não fomos salvos, com o objetivo de nos garantir uma vida boa, longe da maldade do mundo. Nós fomos salvos para atuar como "ministros do nosso Deus". Ministros são representantes, são servos de reis e presidentes, para concretizar os desígnios dos seus soberanos. Não somos apadrinhados do Senhor: somos seus ministros, em um mundo necessitado.
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